– Derek Trucks – Foi o primeiro garoto prodígio a despontar nos anos 90, mostrando destreza e feeling fora do comum. sobrinho do recém-falecido Butch Trucks, baterista e percussionista dos Allman Brothers, começou a tocar guitarra antes dos 10 anos de idade e, antes dos 18, já era um astro do blues e do country blues. Mesmo com carreira solo bem-sucedida, mostrou-se um cara de banda e, nos anos 2000, decidiu formar a Tedeschi Trucks Band, ao lado da mulher, Susan Tedeschi, guitarrista de blues e country que estourou nos anos 90. Hoje está com 37 anos de idade.
Obras de referência: “Songlines”, “Soul Serenade”, “Let Me Get By” (com Tedeschi Trucks Band)
– Jonny Lang – Deveria ser o que John Mayer e Joe Bonamassa se tornaram nos anos 2000. De pegada mais forte, roqueira, aliada à voz grossa, foi considerado o “Stevie Ray Vaughan com mais adrenalina”. Entretanto, uma mal calculada guinada para o pop acabou colocando o ótimo guitarrista em posição secundária até mesmo dentro do mercado blues, onde se encontra hoje, aos 36 anos. Entretanto, seus primeiros álbuns mostram muita qualidade, com um equilíbrio entre rock e blues.
Obras de referência: “Smokin'”, “Lie to Me”, “Turn Around”
– Kenny Wayne Shepherd – Também fez parte da geração de jovens prodígios dos anos 90 nos Estados Unidos, como os dois citados anteriormente. Mais próximo do blues tradicional de estilo texano, com influências de Johnny Winter e Stevie Ray Vaughan, manteve um estilo purista no começo de carreira até que começou a namorar o rock nos anos 2000. É adepto dos timbres limpos e fraseados rápidos, mas precisos, que às lembram o Eric Clapton sessentista. Aos 39 anos, está conforável na posição de outsider do mercado.
Obra de referência: “Ledbetter Heights”, “Troube Is…”, “Live On”, “Goin’ Home”
– Nathan Cavaleri – O garoto australiano chamou a atenção ao gravar seu primeiro álbum aos 12 anos de idade e de excursionar com B.B. King por seu país aos 13. E isso tudo depois de seis anos de luta contra uma agressiva leucemia, da qual se curou às vésperas de sair em turnê pelo país com o velho ídolo blueseiro. Entretanto, a carreira não decolou como parecia que ocorreria. Sua produção fonográfica é parca, mas revela um artista consciente e bem resolvido aos 32 anos de idade, ainda que introspectivo. Seu trabalho contém ecos de Stevie Ray Vaughan, Eric clapton e Peter Green.
Obras de referência: “Nathan”, “Jamming with the cats”, “Voluptuosity”
– Vince Converse – O blues está na raiz, mas o moço decidiu energizar o negócio e foi um dos pioneiros do blues pesado na primeira metade dos anos 90, ao lado do Gov’t Mule, de Warren Haynes. Com seu trio explosivo, o Sunset Heights, arrebatou as plateias de seu Texas natal e arrancou elogios dos três membros conterrâneos do ZZ Top. Também poderia ter estourado antes de Joe Bonamassa com seu blues rock diferente e pesado, mas antes dos anos 2000 optou por uma carreira solo, sem grandes resultados. Ainda é muito respeitado no sul dos Estados Unidos.
Obras de referência: “One Step Ahead”, “Born in Houston” (com Sunset Heights), “Texas Tea” (com Sunset Heights)
– Laurence Jones – É o novo xodó do mercado blueseiro da Inglaterra. Prolífico como Joe Bonamassa, tem apostado muito no cruzamento do soul com o funk em seus dois últimos álbuns, “Whats It Gonna Be” (2015) e “Take Me High”. Apesar de ser um discípulo de Eric Clapton e Peter Green (Fleetwood Mac), o garoto inglês de 24 anos mostrou ser eclético e versátil, com uma pegada interessante na mão direita.
Obras de referência: “Whats It Gonna Be”, Take Me High”
– Dan Patlansky – Outro nome em alta na Inglaterra e nos Estados Unidos na área do blues rock. “Introvertigo”, o mais recente trabalho do músico sul-africano, mostra um ecleetismo parecido com o de Jones: vai do pop ao blues e da soul music ao funk com uma facilidade imensa. Aos 35 anos, é considerado um veterano do cenário blueseiro internacional, com extensas turnês ao lado de músicos como Joe Satriani (que o elogiou bastante recentemente) e King King.
Obras de referência: “Introvertigo”, “Dear Silence Thieves”, “20 Stones”
– Albert Castiglia – Guitarrista norte-americano de 47 anos famoso pela mão pesada e por ter trabalhado como míusico de apoio de grandes nomes como Lurrie Bell, Junior Wells, Ronnie Earl e Larry McCray, entre ooutros. Embora insira elementos mais modernos em sua carreira solo, notabilizou-se por um traballho voltado mais ao blues urbano tradicional, na linha de Chicago.
Obras de referência: “Solid Ground”, “Living the Dram”
– Danny Bryant – Foi um dos garotos de ouro blues britânico do começo dos anos 2000. Muitos o consideram mais rock do que blues, mas seu trabalho foi muito elogiado por gente como Eric Clapton e Brian May, do Queen, além dos artistas com os quais dividiu o palco, como Buddy Guy, Joe Cocker, Mick Taylor (ex-Rolling Stones) e Carlos Santana. Aos 36 anos, é um dos instrumentistas mais premiados de sua geração. Embora não tão versátil, tem um estilo semelhante ao de Joe Bonamassa.
Obras de referência: “Blood Money”, “Hurricane”, “Black and White”
– Rob Tognoni – O “Diabo da Tasmânia” já é veteraníssimo e ídolo em sua Austrália natal, mas aidna é pouco conhecido no Brasil. Aos 56 anos, começou tocfando muito cedo em bares da ilha da Tasmânia, onde nasceu, para depois percorrer o país inteiro fazendo um blues pesado e intenso, a ponto de ser comparado aos irmãos Malcolm e Angus Young, do AC/DC. Influenciado pelo rock inglês setentista, idolatrava o Deep Purple e o Slade, além de citar frequentemente Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Grand Funk Railroad e Elton John. Entre 1977 e 1992 fundou várias bandas de rock, mas foi no blues que ele se encontrou, buscando uma sonoridade mais suja e pesada, na linha de Walter Trout.
Obras de referência: “Brave”, “Energy Red”, “Capital Wah”
Retirado do site http://combaterock.blogosfera.uol.com.br/2017/02/13/os-novos-e-nem-tao-novos-magos-da-guitarra-parte-3/
Obras de referência: “Solid Ground”, “Living the Dram”
Obras de referência: “Blood Money”, “Hurricane”, “Black and White”
Obras de referência: “Brave”, “Energy Red”, “Capital Wah”

Boas referências para pesquisas e engorda das prateleiras. Os 4 ou 5 últimos nunca sequer tinha ouvido falar!
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