Apesar do parça da inesquecível jornada de 2013 na primeira edição da US Rock Tour, Brother Jonh, não ter podido me acompanhar nesta nova jornada, reservo-me o direito à licença poética para denominar a recente digressão à América do Norte de segunda versão da US Rock Tour. Isso porque a charmozérrima e frenética New York City respira rock and roll e não foram poucos os landmarks visitados. A emoção continua aflorada quando se chega perto de um local de representatividade histórica para o nosso amado rock.
Nos cliques abaixo, um breve (nem tanto) relatório da US Rock Tour 2 e das minhas impressões da Big Apple. Em um futuro post, um relato sobre a visita ao solo sagrado de Woodstock. Aguardem!
New York e sua arquitetura charmosa onde os traços modernos, góticos ou neoclássicos se misturam com harmonia ao contemporâneo. Uma cidade onde se anda olhando pra cima, muito pra cima, haja pescoço!
Central Park, um oasis de tranquilidade e beleza natural em meio à selva de concreto e frenesi.
Nestes grandes espaços abertos são realizados os concertos ao ar livre e muitos shows históricos tiveram esse local como cenário. Sim, o belo Central Park, um dos maiores parques urbanos do mundo, é também um landmark do rock.
Strawberry Fields. Um homenagem da cidade ao beatle John Lennon, que adotou a Big Apple. Era nesta área, a poucos metros de sua moradia, no Central Park, que ele ser reservava aos momentos de paz, reflexão e conluio com a natureza. Ao centro, um músico peregrino entoa com maestria e devoção a música título. Não tive como conter as lágrimas e os arrepios. Momento mágico.
Um dos muitos prédios interessantes da paisagem urbana, onde funcionou o jornal Daily Planet. Alguém aí falou em Superman?
Empire State Building. A cada noite recebe uma coloração diferente. Cartão postal que se destaca na paisagem noviorquina.
O famoso skyline de NYC, visto da Liberty Island, onde é localizada a Estátua da Liberdade.
Memorial 11 de Setembro. Uma mega escultura simbolizando a pomba da paz abriga um fantástico museu, onde outrora se erguiam as torres gêmeas, destruídas no atentado de 2001. Impressionante o que os ianques fizeram ali. Um local de reflexão, conscientização e cidadania...e ainda faturam com a dor do maior trauma da cidade, um fato que mudou a geopolítica mundial. Emoção demais passar por este espaço. Mais lágrimas.
Metropolitan Museu of Art, o famoso MET e seu impressionante acervo, cuja avaliação é quase o dobro do valor do famoso Louvre, de Paris.
A sede das ONU
Outro landmark rockeiro, o lendário Radio City Music Hall, que abrigou memoráveis shows de vários gêneros em distintas épocas.
A mais bela vista de NYC, do 87º andar do Rockfeller Center, no deck que leva o nome de Top of the Rock. Até nisso a cidade leva a alcunha roqueira.
Um dos locais mais bacanas de NYC é o boêmio e charmoso bairro classe média/alta do Village (East and West). Entre outros landmarks, abriga o mítica Café Wha?, onde ninguém menos que Hendrix e Dylan iniciaram suas carreiras.
Ainda no Village, o prédio que ilustra a capa de um dos mais geniais álbuns de rock da história, Physical Graffiti, o meu all time favorite.No subsolo, uma simpática loja de chás, onde uma jovem que parecia ser filha do Robert Plant, atende com muita cortesia. Claro que eu tomei uma chá gelado no local para recompor dos mais de 30 graus que fazia no dia.
Também no Village um dos maiores estúdios de rock da atualidade. O Electric Lady Studios, fundado pelo mestre Hendrix pouco antes de sua morte, em 1970, e que gravou e grava com a nata do rock a da música internacional.
Dakota Building, onde John Lennon morava e palco de seu assassinato pelo crápula Mark Chapman em 8 de dezembro de 1980, exatamente nesta portaria. Localizado em área nobre de Manhatan, é moradia de diversas celebridades e foi cenário de diversos filmes, entre eles, O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski,
Madison Square Garden, templo do rock e dos esportes, sediou memoráveis shows.Ouça e veja The Song Remains The Same, do Led Zeppelin...isso diz tudo.
Vista noturna de NYC do 85º andar do Empire State Building. Fantástico.
Landmark cultural oficial da cidade, o lendário Chelsea Hotel abriga muita história das mais diversas manifestações artísticas, foi moradia ou pousada preferida de poetas, artistas e músicos como Hendrix, Dylan, Janis, Leonrad Cohen, Andy Warol e muitos outros. Atualmente passo por ampla remodelação
Times Square e seus mega painéis e outdoors dinâmicos
Hard Rock Cafe NYC. Em plena Broadway, o maior museu de memorabilias genuínas do rock and roll, entre instrumentos, indumentárias, cartazes originais de eventos históricos e rascunhos de composições originais de Dylan, Hendrix e Beatles.
Wall Street e a bolsa de Valores de NY, coração financeiro do capitalismo mundial
































Putz, é de tirar o fôlego até para a gente que vai só passando e vendo as fotos. Tudo grandioso, importante e histórico. Muito legal mesmo, brow. Fica a impressão que NYC tem landmarks para várias outras visitas, heim.
ResponderExcluirSim, com certeza. Tem muitos landmarks roqueiros e culturais, pois a cidade é a que foi mais tema ou pano de fundo na história do cinema. Por termos praticamente perdido o primeiro dia em função de uma incessante chuva torrencial, a programação ficou um pouco comprometida e acabamos não conseguindo cumprir uma das rotas do passeio "Hop on hop off", até porque o trânsito em Manhattan é lentíssimo. Nisso, as regiões adjacentes ficaram de fora. Tivemos que focar em Manhattan e acabamos não parando no Brooklin, Queens e Harlen. Passamos muito rapidamente por alguns desses bairros em deslocamentos para Bethel/Woodstock e para um outlet monstro que fomos em Central Valley.
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